Sobre a PJovem

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Campo Bosco 2011

                                                           
                    

    Os Jovens Lucas Manoel e Lucas Santos da comunidade Santa Rosa de Lima, participaram do Campo Bosco 2011 em Lorena. E escreveram um agradecimento para todas as pessoas que ajudaram e organizaram o Campo Bosco.   

                                       Agradecimento

      Aos organizadores que preparam o Campo Bosco e toda a família Salesiana.
Quero agradecer todo o carinho e dedicação a nós jovens que deixamos nossa família e nossa casa, para fazermos esta bela experiência de diversão e alegria servindo e conhecendo a Deus.
Este evento foi de profundo conhecimento Humano e de partilha ao próximo.
Valeu galera, vocês que todo tempo estiveram em nosso lado nos orientando e também nos ensinando a sermos pessoas melhores. Vocês nos ensinaram que o bem mais precioso que temos é nosso coração, e nossa maior fortuna é ter amigos. Amigos, obrigado por tudo, já estou com saudades e contando os dias para o próximo Campo Bosco. Deus os Abençoe sempre.

                                                                                  Lucas Manoel


Integrantes do Campo Bosco 2011


      Agradeço a todos as pessoas que trabalharam neste Campo Bosco 2011!
     Particularmente ao Pe. Dílson diretor da casa onde moramos por quinze dias, nos acolheu com uma forma carinhosa e amiga. E também a todos os padres na qual conhecemos e tivemos a oportunidade de nos aproximar mais. Também aos monitores William Ruiz, Cesar, Bruno, Emerson e Ruan, pois eles foram de mais pude aprender muitas coisas novas e também pude fortalecer mais na minha caminhada vocacional conversando com eles durante os dias que passamos juntos. Agradeço também ao Pe.Paulo Manoel pois não ficou muito conosco pois estava mudando de casa, mais pude perceber que se preocupa muito com seus amigos de comunidade de origem, pois temos que lembrar que foi ele que nos mostrou esta linda congregação que são os salesianos e também no encerramento do evento nos presenteou com uma camiseta de Dom Bosco e um boné dos salesianos. Agradeço também amizade que pude ter com todos e que graças a Deus continuo tendo esta amizade fortalecida na espiritualidade de Dom Bosco. Agradeço a todos que colaboram na organização deste evento, pois nunca passei umas férias tão boas como passei este ano. Já estou fazendo contagem regressiva para o próximo Campo Bosco. Enfim agradeço a Dom Bosco, pois se não fosse ele para nos deixar estes lindos ensinamentos para vivermos não teríamos nada disso. Termino com uma frase na qual levarei comigo em toda a minha caminhada vocacional “Deus nos colocou no mundo para os outros” Dom Bosco.

                                                     
                                                                                        Lucas Santos                  

                                       

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Papa João Paulo II foi escolhido padroeiro da JMJ

Papa João Paulo II
O presidente do Pontifício Conselho para Leigos, cardeal Stanislaw Rylko anunciou no dia 14 de Janeiro que o Papa João Paulo II, após a beatificação no dia 1 de Maio, será o novo padroeiro da Jornada Mundial da Juventude (JMJ).
O anúncio foi feito em Madri, Espanha, onde acontecerá a Jornada Mundial da Juventude entre os dias 16 e 21 de agosto deste ano.
“Estamos felizes de termos entre os nossos padroeiros também João Paulo II”, disse dom Rylko. O anúncio da escolha do novo padroeiro foi anunciado após a segunda reunião preparatória com a participação de delegados de 84 países e 44 movimentos e associações de todo o mundo.
Jornada Mundial da Juventude

A Jornada Mundial da Juventude foi criada pelo Papa João Paulo II em 1985 e aconteceu pela primeira vez em 1986, em Roma. Desde então, vem sendo feita, em média, a cada dois anos em diversos países e com temas propostos pelos papas, que marcam presença no evento.
“A esperança de um mundo melhor está numa juventude sadia, com valores, responsável e, acima de tudo, voltada para Deus e para o próximo", disse o Papa João Paulo II em carta ao Cardeal Eduardo Francisco Pironio, na ocasião do Seminário sobre as Jornadas Mundiais da Juventude organizado na Polônia.
Durante a JMJ, jovens do mundo inteiro participam de shows, catequese, adoração, missas e palestras. Tudo isso em diversas línguas. Na última edição, que aconteceu em 2008, na Austrália, o evento reuniu mais de 1 milhão de jovens. Apesar de ser proposta pela Igreja Católica, é um convite à juventude mundial.



Fonte: Pastoral da Juventude da Diocese de São José dos Campos

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

31 de Janeiro - Dom Bosco, Patrono dos Mágicos


Dom Bosco ficou conhecido, ainda em vida, como o "Santo dos Jovens"

No dia 31 de Janeiro, Dia Internacional dos Mágicos, reverenciamos a memória de São João Bosco, o Patrono dos Mágicos. No dia 31 de janeiro de 1888 faleceu, na Itália, São João Bosco, Patrono Universal dos Mágicos. Dom Bosco nasceu na cidade de Becchi, norte da Itália. Ele era filho de camponeses pobres da Vila Castelnuovo D´Asti, hoje denominada Castelnuovo Dom Bosco, em sua homenagem.



Muito cedo perdeu seu pai, quando estava com 2 anos de idade e sua mãe, Dona Margarida, conseguiu, com muito sacrifício, lhe dar uma boa educação e uma ótima instrução religiosa. 

Aos 20 anos, Dom Bosco entrou para o Seminário e com 26 anos já rezava sua primeira missa. Daí em diante viveu inteiramente dedicado às crianças e aos jovens, aos órfãos e abandonados que ele com muito amor e dedicação recuperava para a sociedade, tornando-os úteis depois de dar-lhes uma profissão. Por isso, ele recebeu de um Cardeal Arcebispo a denominação de “Orphanorum Pater”, Pai dos órfãos. 

Em 1845 ele fundou a Congregação Salesiana e a Congregação das Filhas de Maria Auxiliadora. Em 1877 ele iniciou o Boletim Salesiano, que atualmente é publicado em 29 idiomas, com mais de um milhão e quinhentos mil exemplares de tiragem mensal. 

Além de mágico ele era acrobata e malabarista. Ele utilizava estas habilidades para atrair a atenção das pessoas na porta de sua casa, convidando a todos em seguida para rezarem o terço, seguido de sua alegre pregação. 

Dom Bosco foi canonizado em 1934 e em 1988 recebeu do Papa João Paulo II o título de “Pai e Mestre da Juventude”. Quando Dom Bosco faleceu, existiam cento e cinqüenta estabelecimentos de caridade, os quais abrigavam mais de trezentas mil pessoas. 

As últimas palavras de Dom Bosco foram: “Façamos o bem a todos e o mal a ninguém”.


Fonte: Universidade da mágica e Blog do Glauco

domingo, 23 de janeiro de 2011

Dia 24 de janeiro dia de ....


São Francisco de Sales


São Francisco de Sales
Nasceu no Castelo de Sales em 1567. Sua mãe, a condessa, buscou formar muito bem o seu filho com os padres da Companhia de Jesus, onde aprendeu línguas. Muito cedo, fez um voto de viver a castidade e buscar sempre a vontade do Senhor. Ao longo da história deste santo muito amado, vamos percebendo o quanto ele buscou e o quanto encontrou o que Deus queria.

Mais tarde, São Francisco escreveu “Introdução à vida devota” e, vivendo do amor de Deus, escreveu também o “Tratado do amor de Deus”.

Atacado por uma tentação de desconfiar da misericórdia do Senhor, a resposta ele buscou com o auxílio de Nossa Senhora; por isso, foi dissipada aquela tentação. Estudou direito em Pádua, mas, contrariando familiares, quis ser sacerdote. E foi um sacerdote buscando a santidade não só para si, mas também para os outros.

No seu itinerário de pregações, de zelo apostólico e de evangelização, semeando a unidade e espalhando, com a ajuda da imprensa, a sã doutrina cristã, foi escolhido por Deus para o serviço do episcopado em Genebra. Primeiro, como coadjutor, depois, sendo o titular. Um apóstolo do amor e da misericórdia. Um homem que conseguiu expressar, com o seu amor e a sua vida a mansidão do Senhor.

Diz-se que, depois de sua morte, descobriu-se que sua mesa de trabalho estava toda arranhada por baixo, porque, com seu temperamento forte, preferia arranhar a mesa do que responder sem amor, sem mansidão para as pessoas.

Foi fundador da 'Ordem da Visitação', mas também um exemplo para tantos religiosos como os salesianos de Dom Bosco. Eles são chamados assim por causa do testemunho de São Francisco de Sales.

Ele morreu com 56 anos, sendo que 21 anos foram vividos no episcopado como servos para todos e sinal de santidade.

Peçamos a intercessão desse grande santo para que, numa vida devota e vivendo do amor de Deus, possamos percorrer o nosso caminho em busca de Deus em todos os caminhos.

São Francisco de Sales, rogai por nós!



Texto retirado de : http://www.cancaonova.com

sábado, 22 de janeiro de 2011

Laura Vicuña

Laura Vicuña nasceu dia 5 de Abril de 1891 em Santiago do Chile. Filha de um alto militar e chefe político José Domingo Vicuña e Mercedes Pinto.


O Chile estava em guerra civil na altura do seu nascimento e com a queda do governo a família é obrigada a fugir para longe da cidade. O pai vem a falecer e deixa a família na miséria quando Laura tem apenas 2 anos.

A mãe, viúva com duas filhas, vai viver para as pampas Argentinas e junta-se com um homem muito bruto e violento, Manuel Mora.

A 1900, entra como interna do colégio das Irmãs Salesianas de Maria Auxiliadora em Junin de Los Andes na Argentina.

Enquanto se preparava para fazer a sua 1ª comunhão, toma conhecimento, nas aulas de moral, que a sua mãe vive contra a vontade de Deus, ou seja, em união de fato. Resolve então, no dia da sua primeira comunhão, oferecer a sua vida em sacrifício para a salvação da alma da sua mãe.

Depois de muita insistência, consegue finalmente ser admitida como “Filha de Maria” onde consagra a sua pureza à Santíssima Virgem.

Quando vai passar as férias do Natal a casa da mãe, Manuel Mora tenta abusar dela e, como não consegue, bate-lhe brutalmente. Esta, vê-se obrigada a fugir, mas a sua saúde começa a debilitar-se.

Na sua agonia final, conta à mãe o seu sacrifício e obtém dela a promessa de deixar definitivamente aquele homem.

Laura Vicuña morre a 22 de Janeiro de 1904. A mãe, cumprindo a sua promessa consegue fugir daquela região.

Após muitos milagres por sua intercepção, Papa João Paulo II beatifica-a em 1988. Laura Vicuña tornou-se a padroeira das vítimas de incesto e maus-tratos por parte dos pais. A sua festa celebra-se a 22 de Janeiro.

Fonte: Salesianos

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Dia 21 de Janeiro é comemorado o dia Mundial da Religião

Mapa com a distribuição das principais religiões no mundo
No dia 21 de janeiro é comemorado o dia mundial da religião. A criação da data foi com o objetivo de promover a união de todas as religiões existentes no mundo, levando mais fé e esperança ao povo. A ideia entrou em vigor a partir de 1949, através da Assembléia Espiritual Nacional.
A palavra religião vem do latim “religio,onis” e seu significado define-a como o conjunto de determinadas crenças e dogmas que levam o homem ao sagrado, onde cada uma apresenta suas práticas e ritos próprios, envolvendo ainda formas de comportamento e de cumprimento dos preceitos morais.
O berço das religiões foi o Oriente Médio e a Ásia, onde nasceram as religiões monoteístas, que pregam a crença em um só Deus – como o cristianismo, o judaísmo e o islamismo.

Porém, aquilo que deveria servir de ligação e harmonia entre os homens, também se tornou grande fonte de conflitos, por abranger opiniões e concepções divergentes em relação à divindade, que aparecem envolvendo princípios éticos, filosóficos e metafísicos. Um exemplo disso foram as cruzadas, guerra entre cristãos e muçulmanos, que aconteceram entre os séculos VI e VIII, com o objetivo de impor o cristianismo no território onde se localizam Israel, Gaza e Cisjordânia, na época considerados Terra Santa.

Fonte: http://promoview.com.br

Quais são os objetivos da JMJ? -Post II

Jornada Mundial da Juventude 2011
O objetivo prioritário da Jornada Mundial da Juventude é informar a todos os jovens do mundo a mensagem de Cristo. É uma iniciativa da Igreja evangelizadora, com uma grande dimensão ecumênica. "Tenho lembranças muito bonitas do Dia Mundial da Juventude em Colónia, não foi simplesmente um evento de massa, foi sobretudo uma grande festa de fé, um encontro humano da comunhão em Cristo. Vimos como a fé abre fronteiras e tem uma estrondosa capacidade de unir culturas diferentes e criar alegria. Espero que o mesmo aconteça agora na Austrália. Então, eu estou feliz por ver tantos jovens, de vê-los unidos no desejo de Deus e no desejo de um mundo realmente humano "( Entrevista a Bento XVI durante o vôo para a Austrália. 12 de Julho de 2008).    


Portanto, os objetivos da JMJ é a evangelização de todos, dar a conhecer Cristo aos jovens do nosso tempo. Então, qual é a natureza dos acontecimentos numa Jornada Mundial da Juventude? Quais são as forças que marcam presença nela? Alguns estudos que estão em voga nos dias de hoje tendem a considerar as JMJ como sendo uma variante da cultura jovem moderna, como uma espécie de festival rock modificado em sentido eclesial, com o Papa como uma estrela. "Com fé ou sem fé, no fundo estes festivais seriam sempre os mesmos e, assim, a intenção de deixar de lado a questão de Deus. Há também vozes católicas que vão nesta direção, considerando tudo isto como um grande espectáculo que, mesmo que seja bonito, seria de pouca importância quanto à questão sobre a fé e à presença do Evangelho no nosso tempo. Seriam momentos de exitação festiva, em que no final ficariam tudo como era antes, sem influênciar profundamente a vida. Deste modo, contudo, a peculiaridade destas jornadas e o carácter particular da sua alegria, da sua força criadora de comunhão, não encontram nenhuma explicação "(Discurso de Bento XVI à Cúria, 22 de Dezembro de 2008).

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Anel de Tucum


Este anel preto chama-se “anel de tucum”. Tucum é o nome de uma palmeira da Amazônia, da qual sua madeira, é utilizada para fazer este anel.
O anel de tucum é um símbolo usado por aqueles/as que acreditam no compromisso preferencial das Igrejas com os pobres. Também um símbolo de solidariedade que está nas mãos de muita gente de norte a sul do nosso país e também nas mãos de várias pessoas de nossa América Latina e da Europa, que lutam pela justiça e se engajam em pastorais sociais (das igrejas cristãs especialmente), entidades, movimentos sociais e ONG´s que lutam a favor dos que são explorados pelo capitalismo selvagem.
Na época do Império, quando o ouro era usado em grande escala entre os opressores, principalmente nos anéis, os negros e os índios não tendo acesso ao ouro, criaram o ANEL DE TUCUM como símbolo de pacto matrimonial, símbolo de amizade entre si e também de resistência na luta por libertação. Era símbolo clandestino cuja linguagem somente eles sabiam. O anel de tucum agregava os oprimidos, em busca de vida, mesmo no meio de tanta opressão.
O objetivo é resgatar este compromisso e denunciar as causas da pobreza. Este é o compromisso simbolizado nesta aliança, já que tanto no Antigo quanto no Novo Testamento os profetas e apóstolos afirmam a fidelidade de Deus aos pobres e oprimidos. A aliança de tucum é o sinal desta fidelidade, deste compromisso.
Além da Bíblia, a opção pelos pobres é testemunhada também por toda a tradição da Igreja, principalmente na América Latina, a partir do Concílio Vaticano II e das Conferências dos Bispos em Puebla e Medelin. Esta opção é a essência mesmo da vida cristã porque está ligada à imitação da vida de Cristo. Mas esta opção não é apenas uma responsabilidade individual. Neste momento da história, ela implica um compromisso social que está ligado à partilha e acesso à propriedade dos bens absolutamente necessários à vida. Deus está do lado dos pobres porque Deus ama os pobres. Por isso o cristão é chamado a seguir este mesmo exemplo de amor e opção preferencial que tenta promover a dignidade humana. No pobre revela-se o rosto do próprio Deus (Mt 25,40).
O anel de tucum, como explicado anteriormente, foi criado para simbolizar o matrimônio entre escravos e índios. Hoje, o anel também é usado para representar a preocupação com causas populares, luta contra o preconceito e o desejo de um mundo mais humano e justo. Hoje, ele une as pessoas que idealizam e querem um mundo melhor para todos.
Fonte: http://pjpira.wordpress.com

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Jornada Mundial da Juventude 2011 - Post I

Com a palavra, o criador e idealizador

“O principal objetivo das Jornadas é fazer a pessoa de Jesus o centro da fé e da vida de cada jovem para que Ele possa ser seu ponto de referência constante e também a inspiração para cada iniciativa e compromisso para a educação das novas gerações.” (Carta de João Paulo II ao Cardeal Eduardo Francisco Pironio na ocasião do Seminário sobre as Jornadas Mundiais da Juventude organizado em Czestochowa).

Foi assim que o Papa João Paulo II, o grande idealizador das Jornadas Mundiais da Juventude, explicou o porquê desses encontros mundiais. Um tempo para reavivar nos jovens a sua caridade e celebrar a fé na união da diversidade de povos, línguas e nações. As Jornadas são como fontes para reabastecer a fé de cada jovem na Igreja e da Igreja nos jovens.

Elas não concorrem com as pastorais da juventude, os movimentos ou grupos jovens, mas são um tempo especial para uma vivência cada vez mais profunda na intimidade com Cristo e no amor pela humanidade. Como o Santo Padre disse na mesma carta: “Uma Jornada da Juventude oferece ao jovem uma experiência viva de fé e comunhão, que o ajudará a enfrentar as questões profundas da vida e a assumir com responsabilidade o seu lugar na sociedade e na comunidade eclesial.” João Paulo II

Fonte: http://salesianos.org.br

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Batismo de Jesus

Domingo, celebraremos o Batismo de Jesus, Festa que encerra o Tempo do Natal. Este episódio suscita em nós uma pergunta, até mesmo, de ordem teológica: Por que Jesus quis se submeter àquele ritual de purificação, realizado por São João Batista? O próprio profeta contesta: “Eu devo ser batizado por ti e tu vens a mim!” (Mt 3,14). Evidentemente, Jesus não precisava daquilo, pois não tinha qualquer culpa, a não ser a culpa da humanidade, que Ele assumiu. Quis, entretanto, nos deixar o exemplo do que fazer e a lição de que ninguém é puro, a não ser Ele. Mergulhando no Rio Jordão, santificou, definitivamente, todas as águas, que se tornaram matéria dos Sacramentos do Batismo e da Eucaristia, que Ele iria instituir.
Os Evangelhos Sinóticos descrevem aquela teofania trinitária, com a manifestação do Espírito Santo em forma de pomba, e o Pai fazendo ouvir sua voz sobre o Cristo, que sai das águas: “Eis meu Filho muito amado em quem ponho minha afeição” (cf. Mt 3,16-17 e paralelos).
O Batismo é a fonte de todo bem que acontece em nossa vida, após o nascimento; é a raiz dos dons sobrenaturais que recebemos e a porta dos outros Sacramentos. A criancinha que se torna templo de Deus, embora ainda não possa acompanhar a riqueza litúrgica do Sacramento, irá desenvolver, ao longo de sua vida, todos os benefícios recebidos naquele momento único.

São Paulo fala, ardorosamente, dos efeitos do Sacramento: “Fomos, pois, sepultados com Ele na sua morte pelo Batismo para que, como Cristo ressurgiu dos mortos pela glória do Pai, assim nós também vivamos uma vida nova. Ora, se morremos com Cristo, cremos que viveremos também com Ele, pois sabemos que Cristo, tendo ressurgido dos mortos, já não morre, nem a morte terá mais domínio sobre Ele. Portanto, vós também considerai-vos mortos ao pecado, porém vivos para Deus, em Cristo Jesus” (Rm 6,4.8-9.11).
São João, na sua Primeira Carta, afirma que, pelo Batismo, recebemos em nós a semente de Deus, que se desenvolve, desabrocha e impregna todo o nosso modo de ser e de proceder: “Todo o que é nascido de Deus não peca, porque o germe divino reside nele; e não pode pecar, porque nasceu de Deus” (1Jo 3,9). O nosso ser torna-se outro, porque nos incorporamos ao corpo glorioso de Cristo, que continua, assim, a agregar novos membros, especialmente, através do Batismo e dos demais Sacramentos.
Deus nos deu a vida natural em vista da vida divina, que iríamos receber, “enxertados em Cristo” (cf. Rm 11,23-24). Todo esse Mistério é muito grande! Surge, desta forma, para nós a conveniência imperiosa de meditar muito mais sobre o Batismo. A inesgotável riqueza desta reflexão tem fecundado novas formas de espiritualidade, como o Neo-Catecumenato que, bem conduzido, sem se fechar em si, é uma das grandes espiritualidades do nosso tempo.
Como é que manifestamos esta vida divina? O seu sinal mais simples e visível transparece na nossa própria fisionomia: o sorriso sincero e o semblante sereno refletem a paz da alma, a retidão do pensamento e a coerência das atitudes. O exercício da vontade, impregnada do Espírito de Cristo, conduz à prática de atos de bondade, que a piedade cristã sintetiza nas “obras de misericórdia”.
A vida nova é a grande maravilha que aconteceu em nosso Batismo. Além de transformados, tornamo-nos participantes de uma família nova - a Família Trinitária. Por Cristo, no Mistério da Encarnação e Redenção, recebemos o dom da filiação divina. Filhos do mesmo Pai e irmãos de Cristo, somos assumidos pela Santíssima Trindade, no amor do Espírito Santo. Em consequência, a nossa família humana também é transformada, quando nos tornamos criaturas novas.
Além de recebermos uma família nova, recebemos um nome novo. O nome é tão importante, tão precioso, que cuidaremos de zelar por ele. Na Antiga Aliança, o nome identificava-se com a essência e a missão da pessoa. Conhecer o nome do outro significava confiança e intimidade. Assim Deus se dirige a Sião, conforme o texto do profeta Isaías: “Eu escrevi o teu nome na palma da minha mão” (Is 49,16). Deus como que abre suas mãos para nos guardar, pois nunca se esquece de nós. Estamos sempre no seu pensamento, no objetivo do seu amor e da sua atividade.
Quando uma criança aprende a falar, os primeiros nomes que balbucia são “mamãe” e “papai”, naquela pronúncia engraçada e imperfeita, que tanto enternece seus genitores. Nós também aprendemos a chamar Deus de Papai, Ele é o nosso Abba, como diz São Paulo (cf. Rm 8,15). Deus é Papai, com jeito e amor de Mamãe, unindo as facetas do amor humano na plenitude de seu Amor divino.
Como possuímos a vida divina, nosso falar transcende a comunicação humana. Alcançamos o falar divino, que é a oração – diálogo com o Pai, pelo Filho, no Espírito Santo. A oração é um dom extraordinário. Quem sabe rezar, preenche qualquer vazio e se enobrece. E quem não sabe rezar, é muito pobre. O maior sábio, se não souber falar com Deus, vai dialogar com quem? Apenas com a ciência e o mundo material? Mas tudo isso é limitado. Quem não sabe falar com o Transcendente, não se torna sábio de verdade. A ciência que vai além dos limites da criaturalidade é a ciência mais elevada, porque se eleva até o divino e se fundamenta na fé.
Quando recebemos a vela do Batismo, embora seja pela mão de nosso padrinho (no caso das crianças), somos convidados a prosseguir: “Ide, levai esta luz [isto é, a fé] acesa, até o encontro com o Senhor”. E nesta trajetória do nosso caminhar, há que preencher o entusiasmo da fé com a concretude da caridade, unindo o ensinamento de São Paulo ao de São Tiago: “A fé opera pela caridade” (Gl 5,6), pois “a fé sem obras é morta” (Tg 3,17)
Feliz dia em que fomos batizados! Nossa Certidão de Batismo, muito mais do que um documento, é sinal do maior dom do amor de Deus a nós. Olhemos para ela com carinho, agradecendo a Deus pelo Sacramento que nos abriu a porta e franqueou o acesso à participação na sua vida. O Batismo purifica o nosso ser e dá sentido ao nosso viver. Vai conduzir-nos pelos caminhos do bem ao encontro do Único Bem, razão e causa de qualquer prática que nos dignifica.

D. EUSÉBIO SCHEID

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Dia 6 de Janeiro é comemorado o dia dos três reis magos

História dos três reis magos
Os três reis magos (Melquior, Baltazar e Gaspar) são personagens bíblicos. Segundo o apóstolo Mateus, eles vieram do Oriente, conduzidos por uma linda e brilhante estrela.


Chegaram na cidade de Belém, local de nascimento do menino Jesus, trazendo presentes (mirra, ouro e incenso). Estes presentes possuíam um sentido simbólico. O ouro representava a realeza, a mirra (resina antiséptica) simbolizava a pureza, enquanto o incenso simbolizava a fé.



No contexto bíblico, a palavra “mago” não significa bruxo ou feiticeiro, mas sim assume o sentido de sacerdote ou sábio. Eles possuíam poderes e dons divinos.



No Brasil, na América Latina e em diversos países da Europa, o dia dos Reis Magos é comemorado todo 6 de janeiro. No Brasil, inclusive, várias festas do nosso folclore são realizadas no interior do país. Nos reisados, por exemplo, grupos de pessoas passam de casa em casa pedindo presentes e cantando músicas típicas. Esta festa foi trazida pelos colonizadores portugueses e espanhóis para o continente americano.

Curiosidade:
A estrela que colocamos no topo das árvores de Natal representa a estrela que conduziu os reis magos para a cidade onde nasceu o menino Jesus.
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