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domingo, 26 de dezembro de 2010

Festa da Sagrada Família


Homilia
Celebramos hoje a festa da Sagrada Família. Somos convidados a fixarmos o olhar em Jesus, Maria e José, e adoramos o mistério de um Deus que quis nascer de uma mulher, a Virgem Santa, e entrar neste mundo pelo caminho comum a todos os homens. Fazendo assim, santificou a realidade da família, enchendo-a da graça divina e revelando plenamente a sua vocação e missão. O Concílio Vaticano II dedicou grande atenção à família. Os cônjuges afirmam a ele são um para o outro e para os filhos testemunhas da fé e do amor de Cristo. A família cristã participa assim da vocação profética da Igreja:  com o seu modo de viver "proclama em voz alta as virtudes presentes do reino de Deus e a esperança da vida bem-aventurada" Como repetiu depois incansavelmente o papa João Paulo II, o bem da pessoa e da sociedade está estreitamente ligado à "boa saúde" da família. Por isso a Igreja está comprometida na defesa e promoção "da dignidade natural e do altíssimo valor sagrado.
Que hoje possamos nos identificar com os pastores de Belém que, logo após receberem o anúncio do anjo, foram rapidamente para a Gruta e encontraram "Maria e José e o menino, deitado numa manjedoura" . Detenhamo-nos a contemplar esta cena e a refletir sobre seu significado. As primeiras testemunhas do nascimento de Cristo, os pastores, encontraram não apenas o Menino Jesus, mas uma pequena família: mãe, pai e filho recém-nascido. Deus escolheu revelar-se nascendo em uma família humana e, por isso, a família humana se tornou ícone de Deus! Deus é Trindade, é comunhão de amor, e a família, mesmo com toda a diferença entre o mistério divino e a criatura humana, é uma expressão que reflete o mistério insondável do Deus amor. O homem e a mulher, criados à imagem de Deus, se tornam no casamento "uma só carne" isto é, uma comunhão de amor que gera vida nova. A família humana, em certo sentido, é ícone da Santíssima Trindade, seja pelo amor interpessoal, seja pela fecundidade do amor.
A família de Jesus merece o título de "santa", porque está totalmente absorvida pelo desejo de cumprir a vontade de Deus, encarnada na adorável presença de Jesus. Por um lado, é uma família como todas e, como tal, é modelo de amor conjugal, de colaboração, de sacrifício, de entrega à divina Providência, de laboriosidade e de solidariedade, em suma, de todos aqueles valores que a família guarda e promove, contribuindo de modo primordial para formar o tecido de cada sociedade. Mas, ao mesmo tempo, a Família de Nazaré é única, diversa de todas, pela sua singular vocação ligada à missão do Filho de Deus. Precisamente com esta sua unicidade ela indica a cada família, em primeiro lugar às famílias cristãs, o horizonte de Deus, a primazia doce e exigente da sua vontade, a perspectiva do Céu para o qual somos destinados. Por tudo isto hoje dá graças a Deus, mas também à Virgem Maria e a São José, que com tanta fé e disponibilidade cooperaram para o desígnio de salvação do Senhor.  
O nosso olhar de fé faz-nos abraçar simultaneamente o Menino divino e as pessoas que lhe estão ao lado: a sua Mãe Santíssima, e José, o seu pai adotivo. Que luz se desprende deste “ícone” do Santo Natal! Luz de misericórdia e de salvação para o mundo inteiro, luz de verdade para cada homem, para a família humana e para as famílias individualmente. Como é belo para os cônjuges verem-se refletidos na Virgem Maria e no seu esposo José! Como é consolador para os pais, especialmente se têm uma criança pequena! Como é iluminador para os noivos, atraídos pelos seus projetos de vida!
 A mensagem que vem da Sagrada Família é, antes de tudo, uma mensagem de fé: a casa de Nazaré é aquela onde Deus está verdadeiramente no centro. Para Maria e José esta opção de fé concretiza-se no serviço ao Filho de Deus que lhes foi confiado, mas exprime-se também no seu amor recíproco, rico de ternura espiritual e de fidelidade. Eles, com a sua vida, ensinam que o matrimônio é uma aliança entre o homem e a mulher, aliança que empenha na fidelidade recíproca e se apóia na comum entrega a Deus. Aliança tão nobre, profunda e definitiva, que constitui para os crentes o sacramento do amor de Cristo e da Igreja. A fidelidade dos cônjuges, por sua vez, põe-se como rocha sólida sobre a qual se apóia a confiança dos filhos. Quando pais e filhos respiram juntos este clima de fé, dispõem duma energia que lhes permite enfrentar provas mesmo difíceis, como mostra a experiência da Sagrada Família. 


Pe. Paulo Profilo, SDB

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Feliz Natal



Natal do Menino Jesus

Na manjedoura numa gruta pobre
Na silenciosa Noite de Belém
Do céu descia uma Luz brilhante
Anunciando de maneira nobre
O Deus menino para o nosso bem.

Lá no presépio José e Maria,
Os escolhidos Pais do Salvador,
Presenteavam toda a humanidade
Naquela noite que do céu descia
De Deus o filho, que ao mundo doou.
Do Oriente uma Luz guiava
Os Reis Magos para adorar
O Deus Menino que ali nascera
E que a Luz o anunciava
O Amor do Pai para nos Salvar.

E nessa Noite de Paz e Amor
O Deus Menino nos fez renascer
Trazendo ao mundo a fraternidade
Do filho amado que se revelou
Do céu a Luz num resplandecer.

Natal Feliz, Noite de Alegria
Os Anjos cantam Glória ao Senhor
E Paz na terra aos homens também,
Vinda do céu uma Luz descia
Na mais sublime prova de amor.



Fonte : uol.com

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Véspera Natal

Missa do dia 24.12
Homilia
Celebrar o Natal do Senhor é celebrar o encontro entre o Divino e o Humano. É o próprio Deus que toca com seu infinito amor a nossa humanidade, assumindo assim a nossa pequenez para nos fazer seus filhos, irmãos de Jesus Cristo, pertencentes a uma só família!
O que celebramos hoje é um momento que foi muito esperado pela humanidade: que Deus viesse cuidar de nós, que saísse do seu esconderijo, que o mundo fosse salvo e tudo se renovasse. E foi isso o que aconteceu. Pela encarnação do Verbo hoje somos de Deus, somos cuidados por Ele. Somos seus filhos amados!
Olhando para o evangelho desta noite podemos imaginar com quanto cuidado interior, com quanto amor Maria se preparou para aquela hora tão esperada.  O simples relato do evangelista Lucas “ela o enfaixou” deixa-nos intuir algo da santa alegria e do zelo silencioso de tal preparação.  Estavam prontos os panos, para que o Menino pudesse ser bem acolhido. Na hospedaria, porém, não havia lugar. De algum modo a humanidade espera Deus, a sua proximidade. Mas quando chega o momento, não tem lugar para Ele. Está tão ocupada consigo mesma, sente necessidade tão egoísta de todo o espaço e de todo o tempo para as próprias coisas, que não resta nada para o outro: para o próximo, para o pobre, para Deus. E quanto mais ricos se tornam os homens, tanto mais preenchem tudo de si mesmos. Tanto menos pode entrar o outro!
Isso leva-nos a refletir: temos nós tempo para o próximo que necessita da minha palavra, do meu afeto? Para o doente que precisa de ajuda? Temos nós tempo e espaço para Deus? Pode Ele entrar na nossa vida? Encontra um espaço em nós, ou temos todos os espaços do nosso pensamento, da nossa ação, da nossa vida ocupados para nós mesmos?
A nossa sorte, meus irmãos e minhas irmãs, é que Deus não se deixa fechar para o lado de fora. Ele encontra um espaço, entrando nem que seja para o curral.  Existem pessoas que vêem a sua luz e a transmitem. Precisamos como os pastores, escutar a voz de tantos anjos que passam pela nossa vida e nos deixar levar pela luz e pela mensagem que convida-nos para nos pormos a caminho, sairmos da mesquinhez dos nossos desejos e interesses a fim de irmos ao encontro do Senhor e adorá-lo
                O curral de Belém passa a ser o palácio onde se tocam céu e terra. Por isso, de lá emana uma luz para todos os tempos; por isso lá se acende a alegria; por isso lá nasce o canto: “Glória no mais alto dos céus e paz na terra aos homens de boa vontade!”. Lembro aqui Santo Agostinho que ao escrever sobre a oração do Pai Nosso ele se pergunta: o que é o céu? Onde é o céu? Sua resposta é surpreendente. “Que estais nos céus” significa nos santos e nos justos! O céu não pertence à geografia do espaço, mas à geografia do coração! E o coração de Deus, na noite do Natal, inclinou-se até ao curral! A humildade de Deus é o céu. E se fomos ao encontro desta humildade, então tocamos o céu porque nos tornaremos santos e justos. Assim, tocando o céu, a própria terra se torna nova. Com a humildade dos pastores, ponhamo-nos a caminho, nesta Noite Santa, até junto do Menino no curral! Toquemos a humildade de Deus, o coração de Deus! Então a sua alegria tocará a nós e tornará a nossa vida, nosso mundo mais luminoso! 

Pe. Paulo Profilo, SDB

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Mamãe Margarida


Margarida Occhiena nasceu no dia 1º de Abril de 1788 em Capriglio, província de Asti, Itália, sexta de dez filhos. Foi batizada no mesmo dia na igreja paroquial. Seus pais são agricultores dotados de sinceros sentimentos cristãos. Desde jovem Margarida é uma grande trabalhadora. Os tempos e o trabalho não lhe permitem estudar, mas o seu amor pela oração é enriquecido por aquela sabedoria que não se encontra nos livros.
Casa-se, em 1812, com Francisco Bosco. Francisco tem 27 anos, é viúvo, com um filho de três anos, António, e tem a mãe doente aos seus cuidados. No ano seguinte nasce José e em 1815 João (o futuro Dom Bosco). Juntos transferem-se para os Becchi, distrito de Castelnuovo d'Asti.
Em 1817 Francisco morre atingido por uma pneumonia. Aos vinte e nove anos Margarida vê-se enfrentando sozinha a condução da família num momento de grande carestia, assistindo a mãe de Francisco, António e os pequenos José e João. Margarida era uma mulher de grande fé. Deus estava sempre acima de todos os seus pensamentos e sempre em seus lábios.
O amor do Senhor era tão intenso que formou nela um coração de mãe. Sábia educadora, soube conjugar nela paternidade e maternidade, doçura e firmeza, vigilância e confiança, familiaridade e diálogo, educando os filhos com amor desinteressado, paciente e exigente. Atenta à vida deles, confia nos meios humanos e no auxílio divino. Acompanha o crescimento de três garotos de temperamento muito diferentes com os mesmos critérios mas com métodos diversos. Ensina-lhes o catecismo e prepara-os para se aproximarem da primeira comunhão.
Tendo ouvido o sonho de Joãozinho aos nove anos, é a única que consegue lê-lo à luz do Senhor: "Quem sabe, tu devas ser sacerdote". Permite-lhe então que fique com outros garotos pouco recomendáveis, para que, com ele, se comportem melhor. A hostilidade de António em relação aos estudos de João obriga-a a afastar o filho menor para que possa estudar. Haverá de acompanhá-lo até à ordenação sacerdotal. Naquele dia pronunciará algumas palavras que ficarão no coração de Dom Bosco por toda a vida. Quando, em 1848, Dom Bosco fica gravemente doente, Margarida vai assisti-lo descobrindo o bem que faz pelos jovens abandonados.
Ao pedido para acompanhá-lo, responde assim: "Se acreditas que essa é a vontade do Senhor, estou pronta
a vir". A presença de Mamãe Margarida transforma o oratório numa família. Por dez anos a sua vida se confunde com a do filho e com os inícios da Obra salesiana; é a primeira e principal cooperadora de Dom Bosco; torna-se o elemento materno do sistema preventivo; é, sem o saber, "co-fundadora" da Família Salesiana.

Morre em Turim, atingida pela pneumonia, no dia 25 de Novembro de 1856 aos 68 anos. Acompanham-na ao cemitério muitos jovens, que a choram como se chora por uma Mãe. Gerações de salesianos a chamaram e a chamarão de Mamãe Margarida.




terça-feira, 21 de dezembro de 2010

4º Domingo do Advento


Homilia

“O rei da glória é o Senhor onipotente; abri as portas para que ele possa entrar!”. Foi o que rezamos no refrão do salmo da liturgia desse domingo. Onipotente é um dos adjetivos de Deus. Deus é todo-poderoso, seu poder é infinito, Ele pode tudo. No entanto, Deus nos mostra que ao mesmo tempo em que ele é poderoso Ele também é simples. Ele é o Emanuel, o Deus Conosco. Ele está ao nosso lado e quis estar ao nosso lado, vindo ao mundo e assumindo a nossa humanidade de uma maneira normal. Ele quis precisar do “sim” humano para que também nós participássemos da história da salvação, para que também nós pudéssemos fazer parte e nos sentir parte desse plano de amor.
Deus está conosco sempre! Seja nos nossos momentos de angústia, de alegria, de sofrimento, de conquistas. Muitas pessoas duvidam, em alguns momentos, da presença de Deus em suas vidas. Na verdade, elas não percebem que o problema está em si mesmas. Estão com os olhos tampados pelo pecado, por egoísmos. Estão com os ouvidos ocupados em escutar tantas balelas e propostas sem sentido. Estão com os corações cheios de insegurança, de inveja, de rancor. Deus é fiel! Ele está sempre presente. Nós que precisamos estar livres daquilo tudo que nos atrapalha de sentirmos, ouvirmos, enxergamos a presença de Deus nas ações do dia-a-dia, nos acontecimentos, nas palavras das pessoas e de tantas outras maneiras, sempre de forma simples...como Deus é simples!
Nesse último domingo do advento a liturgia nos convida a olharmos para as figuras de Maria e José. Além de precisar do “sim” de Maria para que acontecesse a concepção de Jesus, Deus também precisou do “sim” de José para que o Menino-Deus também tivesse um “cuidador”, alguém pudesse junto com Maria educá-lo e sustentá-lo.
Maria e José são os portadores, por excelência, da grande Benção de Deus para a humanidade: o Cristo. E é pelo Cristo que chega até nós a salvação de Deus.  Maria e José são aqueles que se colocam como instrumentos de Deus para que a salvação possa vir ao mundo. Nós também somos hoje outras “Marias” e outros “Josés” pois também somos instrumentos de Deus para continuarmos levando a mensagem de salvação para todas as pessoas. Ao escutarmos e colocarmos em prática a Palavra de Deus e também ao recebermos Jesus na Eucaristia, nos tornamos portadores de Jesus. Nos tornamos também instrumentos para levar ao mundo essa grande benção de Deus para a humanidade: o próprio Jesus Cristo. Que possamos ainda nesses dias que faltam para o Natal abrir as portas dos nossos corações para o que o rei da glória possa entrar e reinar em nossa vida!

Pe. Paulo Profilo, SDB 

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Ser jovem

Ser jovem é viver todas as emoções ao extremo, cantar, abraçar;
Ser jovem é ter esperança, dormir com o problema, mas na certeza que no dia seguinte a solução aparecerá;
Ser jovem é amar a simplicidade, o vento, andar descalço e o canto dos pássaros;
Ser jovem é escrever o diário, mas porque não ler a Bíblia?
Ser jovem é cantar uma canção em pleno ônibus e fora do timbre, é não ter vergonha de fazer o sinal da Cruz em publico;
Ser jovem é ter piedade de quem sofre, com aquela vontade imensa de fazer o milagre da cura, mas por quê?
Se podemos orar!
Ser jovem é saudar a cada dia novo como presente de Deus. E viver para Presenteá-lo.
Temos sim que ser jovens mais diferentes por preservar a vida tão preciosa
Não podemos ter medo de testemunhar nossa castidade, nosso amor por Jesus, afinal só nele encontramos algo que não é passageiro como as coisas terrenas, Nele encontramos o modelo de vida.
Estar no mundo sem ser do mundo.
A vida Eterna!
Vamos viver pra Deus, viver pra ganhar o céu!

Santos de calça jeans!
Santo sem deixar de ser jovem!
Quando o jovem não se decide, corre o risco de ficar uma eterna criança (Bento XVI)


Maria Carolina Queiroz (M.C)



sábado, 18 de dezembro de 2010

Papai Noel é São Nicolau

Desde criança, sabemos que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus Cristo. Além dele, outra figura tem um papel especial nessa história. É um bom velhinho, de barba branca e coração generoso, que mora no Pólo Norte e viaja o mundo inteiro para entregar presentes para as criancinhas comportadas. Mas afinal, quem é esse bom velhinho? De onde veio? Será que ele realmente existiu?
Bom, muitos já devem ter ouvido falar dessa história. Mas algumas pessoas desconhecem a origem da tradição de presentear uns aos outros na véspera de Natal. Papai Noel, que na verdade chamava-se Nicolau, nasceu na cidade de Lícia, na província de Anatólia, uma das regiões da Ásia Menor (hoje Turquia), no ano 281, onde viveu do final do século III até o início do século IV.
Filho de pais ricos, Nicolau viajava muito e sempre teve em mente ajudar os mais necessitados por onde passava. Uma das histórias mais conhecidas sobre o bom velhinho é a de um guerreiro do exército romano chamado Licondro. Arruinado financeiramente, vivia o drama de não saber como casar suas três filhas, pois não tinha como pagar os dotes. Dizia para todos que as prostituiria, por não ter como casá-las. Por esse motivo, Nicolau deixou um saco de moedas de ouro embaixo da janela da mais velha. Outra versão da história é a de que Nicolau teria atirado o saco de moedas pelas chaminés das casas e enchido de dinheiro as meias que foram colocadas para secar.
Nicolau se tornou bispo, quando o que morava na cidade de Mira morreu. Os anciões, por não conseguirem escolher um sucessor, optaram por colocar a decisão nas mãos de Deus. Dizem que naquela mesma noite, o mais velho do grupo teve um sonho onde o Senhor lhe dizia que o primeiro homem a entrar na igreja, na manhã seguinte, deveria ser o escolhido. Como era costume acordar cedo e ir a Igreja para rezar, Nicolau foi premiado pela profecia do sonho e se sagrou o bispo mais jovem da história de Mira.
Nicolau morreu no dia 06 de dezembro de 350. Foi canonizado e tornou-se um dos santos mais populares do cristianismo. Na Inglaterra existem mais 400 igrejas com seu nome. São Nicolau é padroeiro das crianças e dos marinheiros. Diz a lenda que, antes de ser canonizado, Nicolau viajava muito. Em uma viagem com destino a Terra Santa, houve uma grande tempestade e todos estavam com muito medo. Nicolau pediu a Deus que a tempestade cessasse. Logo depois a calmaria voltou e os marujos atribuíram o acontecimento a um milagre de Nicolau.
Seja santo ou bom velhinho, o importante é que o verdadeiro objetivo do natal é ajudar a quem precisa. Além de presentearmos quem amamos, também devemos ajudar o próximo. Dar carinho a quem não tem. O natal é o dia da solidariedade, da união, da confraternização e nenhum outro presente deve substituir isso. Feliz Natal!

Fonte: http://renara.wordpress.com e youtube

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Criação do Mundo.001



É isso ai ! A partir de hoje sexta feira vamos começar a postar tiras do autor Carlos Ruas, com assuntos diversos de interesse dos jovens. Fiquem ligados todas sextas sempre terão quadrinhos.
Para saber mais.
http://www.umsabadoqualquer.com
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